Alstom entrega primeiro X’Trapolis Mega para PRASA

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A multinacional francesa Alstom Transport entregou no início de dezembro o primeiro trem X’Trapolis Mega para a PRASA (Agência Ferroviária de Passageiros da África do Sul). A Gibela, joint-venture responsável pelo projeto, recebeu uma certificação da autoridade daquele país.

O certificado abre caminho para a PRASA iniciar o serviço de teste, sem passageiros, conforme exigido pela Agência Regulatória Ferroviária da África do Sul.

Momento da entrega do X’Trapolis Mega, da Alstom, para a PRASA. Foto: Divulgação

Em linha com esse serviço de teste, o trem deverá circular entre Pienaarspoort e Rissik Street, em Hatfield, de 1 de dezembro de 2016 a 16 de janeiro.

De acordo com Marc Granger, CEO da Gibela, “a empresa tem a satisfação de atingir esse importante marco. Gibela e PRASA estão no caminho certo para entregar um serviço ferroviário moderno para os passageiros sul-africanos”.

Há dois anos atrás, a joint-venture sul-africana fechou um contrato com a PRASA para fabricar e substituir os obsoletos trens daquele país e entregar 600 trens de passageiros para a rede ferroviária nos próximos 10 anos. O projeto também envolve a construção de uma fábrica local.

A unidade fabril tem capacidade para 580 trens ou 3480 carros, e atualmente está em fase de construção, prevista para finalização no final do ano que vem. A empresa está localizada em Dunnottar, Ekurhuleni, 50 km a leste de Johanesburgo.

Os primeiros 20 trens estão sendo produzidos na fábrica da Alstom na Lapa, no Brasil, e, até o momento, 14 já foram entregues.

Para cada trem que já foi construído no Brasil, 22% das aquisições são gastas em componentes de fornecedores sul-africanos. Com a produção totalmente local, a Gibela antecipa que um painel composto por 200 fornecedores locais fabricará equipamentos e componentes para os 580 trens produzidos localmente a partir de 2018.

Os fornecedores locais se beneficiam do aconselhamento e assistência técnica da Alstom, e da Gibela, para garantir que se tornem parte de uma base sustentável de fornecedores sul-africanos. Também se beneficiam do know-

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